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Mesmo com a economia fragilizada, empresário investe no Programa Empresa Cidadã

O impacto do coronavírus na economia e na vida das pessoas é inquestionável. Em maior ou menor grau, difícil encontrar alguém que não tenha sido impactado. Ainda assim, empresários têm encarado este momento como decisivo para ajudar as famílias em situação de vulnerabilidade. A credibilidade do Rotary em todo o mundo e sua rápida ação no combate às doenças, fez com que Alexandre Cesar Discioli assinasse no último dia 19 de maio, contrato com o Rotary Club de Maringá-Acim no programa Empresa Cidadã. “Todos estão sentindo as dificuldades que a pandemia tem nos exposto, das mais variadas formas, emocionalmente, financeiramente, etc, mas com certeza a população carente é a mais impactada com tudo isso. Na nossa condição de mais ‘favorável’, fazer a parceria com o Rotary é uma forma de ajudar todos aqueles que precisam, pois sabemos como os projetos estão sendo direcionados, ajudando àqueles que foram mais prejudicados”, explica o empresário da Discioli Seguros. A empresa conta com 23 colaboradores internos e 52 externos.  Para o presidente do Rotary Club de Maringá Acim, Anníbal Bianchini, apesar da economia estar fragilizada, esse é o momento para mostrarmos aos empresários que mais do que nunca precisamos ser protagonistas na recuperação do país. “O Rotary é o lugar mais certeiro para investir na formação das lideranças que guiarão essa retomada. Ser rotariano é agir local e pensar global!”.  Larissa Nakao  Comunicação Corporativa

GAs em Ação - Reginaldo Arias – Grupo 18: Colorado, Itaguajé, Santa Fé e Santo Inácio

Rotariano desde 2010, o governador assistente do grupo 18 foi presidente da comissão Núcleo Rotary de Desenvolvimento Comunitário (NRDC) 2012-13, presidente da Comissão de Imagem Pública 2013-14, presidente em 2015-16 e 2018-19 do Rotary Club de Santa Fé. “No início da quarentena, os clubes do meu grupo resistiram em fazer as reuniões on-line, mas com um pouco de diálogo através do whatsApp, começamos a fazê-las virtualmente. A troca de informações mais pontuais pelo whatsApp foi a alternativa para continuar os trabalhos rotários”, explica Reginaldo. Todos os eventos foram cancelados devido à pandemia, seguindo as orientações do Rotary International e não foram remarcados ainda. “Todos os clubes do grupo 18 estão arrecadando álcool em gel e máscaras para distribuir à comunidade, à APAE e à saúde pública. Em Itaguajé, os rotarianos fizeram também a campanha do lixo eletrônico”.  O Rotary Club de Colorado está fazendo junto à governadoria, o projeto para aquisição de material e equipamentos para o hospital Santa Clara juntamente com o Grupo 18. “As dificuldades estão em dar andamento às ações e promoções agendadas pelos clubes, então no momento, estão focando na prevenção do novo coronavírus junto à comunidade, com as devidas proteções e restrições”, explica.

Artigo por Mário César Camargo - Diretor do Rotary International: Rotary e Covid-19: Crise ou Oportunidade?

“Nunca desperdice uma boa crise” -  Winston Churchill. É o momento de fazer um balanço da gestão até ser atingida pelo tsunami do covid-19, até como referência histórica. Tenho minhas dúvidas sobre afirmações categóricas de que o mundo não será o mesmo após o fim da pandemia. O discurso era idêntico após o 11 de setembro de 2001, as viagens tornaram-se mais burocratizadas, os mecanismos de monitoramento “big brother” com reconhecimento facial disseminam-se pelo mundo, mas vida que segue. O choque da pandemia mudará o ambiente de negócios, haverá certa hesitação de contato físico no início, empresas quebrarão, o ambiente virtual ganhará milhões de neófitos, prioridades governamentais serão reavaliadas, líderes emergirão e submergirão, mas o ser humano continuará sua saga. Esperançosamente, mais solidário, mais conectado, mais ativo na sua comunidade. E o Rotary lucrará com esse movimento, desde que projetemos a imagem de instituição voltada ao melhoramento do ser humano, estampado no lema “Dar de si antes de pensar em si”. Uma entidade com gente de ação, atrativa para futuros rotarianos. Vamos lá, aos números. Relatório de gestão pode ser enfadonho, numérico, pouco inspirador, mas inevitável que mensuremos nossa trajetória até abril de 2020, para informar aos rotarianos da América do Sul. O que o Rotary está fazendo para combater a covid-19 em nível mundial? A Fundação Rotária aprovou até 15 de maio US$ 13,017 milhões em 157 projetos de subsídio global. Solicitações de subsídios de auxílio a desastre somam 300 no mundo, tendo 193 sido aprovadas, num total de US$ 4,807 milhões. Para os 45 distritos das zonas 23 e 24, Brasil e América do Sul espanhola, aprovaram-se 27 projetos, somando US$ 675 mil, fruto da agilidade dos governadores do continente ao requisitar esses fundos, alocados para quem primeiro chega; Qual o impacto da crise na captação de recursos da ABTRF/TRF no Brasil? Até 30 de abril, nenhum. O volume captado no período no ano 18-19 foi US$ 2,370 milhões, no ano atual US$ 2,404 milhões. Deve-se considerar que o dólar teve valorização de 42% no período, o que significa que a arrecadação cresceu na mesma proporção em reais, um feito a ser reconhecido; Como está o quadro associativo em nível mundial? Também para o limite de 30 de abril, o número de rotarianos cresceu 27.933 no mundo, o que poderia ser considerado alvissareiro. Acontece que, se comparado a abril de 2019, estamos 9.154 abaixo, o que vem ocorrendo há dois anos, uma tendência perigosa; Como está o quadro associativo no Brasil? 20 distritos ganharam sócios em relação a 1 de julho de 2019, mas 11 perderam, num crescimento líquido de pouco mais de 600 companheiros. Se levado em conta que o acréscimo chegará a mais de 2.000 em outubro último, é preocupante. Ainda mais com a eclosão da pandemia, com impacto ainda incerto no quadro associativo; O Rotary perderá membros em nível mundial? É a pergunta de 1 milhão de dólares, ninguém sabe, tendo em vista o ineditismo da crise, pelo menos nos últimos cem anos, desde a gripe espanhola de 1918-1920. Mas o Rotary tem estatísticas de 115 anos, e somente numa crise houve uma queda expressiva do quadro social, de 5,6% , nos anos 1932 e 1933, sequentes à depressão americana. O estatístico do Rotary projeta, com 95% de margem de acerto, que pode haver queda ou aumento do quadro de 1,8% nos próximos quatro anos. A ver; Haverá impacto na captação de recursos para a Polio? Ainda há tempo para reagir, mas o investimento em projetos da covid-19, no total de US$ 17,8 milhões mencionados acima, solapou as reservas que poderiam ser destinadas à Polio, para manter a equiparação de 2 para 1 com a Fundação Gates. Hoje, dia 19 de maio, faltam ainda US$ 16 milhões para chegar aos US$ 50 milhões do compromisso, e não podemos esquecer que para cada dólar do rotariano, faltarão dois dólares do lado Gates. Precisamos reagir, e rápido, faltando seis semanas para o término do ano rotário. O Rotary atravessou mais de um século de desafios, é nossa marca de nascença. Depressão, gripe espanhola, crise do petróleo, duas grandes guerras, que geraram frutos com digital do Rotary, como a UNESCO e a ONU. Tornamo-nos maiores diante da crise, afinal somos marinheiros de mares revoltos, não de piscina. Seguindo o pensamento do primeiro ministro inglês, que conduziu a Inglaterra no seu período mais turbulento, não desperdiçaremos uma boa crise. Sairemos dela maiores e mais fortes. Lutaremos em todas as “lives” possíveis para manter nossa equipe motivada, conectada, abrindo oportunidades. Até nos encontrarmos novamente para um forte abraço rotário. Sem covid-19.  

Campanha: sua meta nosso sucesso.

No último dia 15 maio, mais de 250 clubes brasileiros finalizaram a inserção de metas 2020-21 no Rotary Club Central e foram reconhecidos com um certificado emitido pelo RI Brazil Office. Como deve saber, as metas são o planejamento do sucesso do clube! Por isso, incentivamos que discutam quais ações e conquistas planejam para o novo ano rotário que se inicia em 1 de julho e Insira as metas 2020-21 o quanto antes. As metas para o ano entrante foram simplificadas e centralizadas no Rotary Club Central. É fácil e rápido! Materiais de referência: Guia de Planejamento Estratégico e o Rotary Club Central. Bom trabalho!

Tecnologia: Clubes passaram a se Reunir de forma Virtual

Uma pandemia nos “ensinou” a fazer um novo formato de reunião, que já era permitido pelo Conselho de Legislação (COL) do Rotary International, mas ainda pouco praticado no Distrito 4630. Completamos pouco mais de 2 meses de reuniões rotárias on-line. O novo coronavírus fez com que os rotarianos, incansáveis em querer ajudar o próximo, aprendessem a usar uma nova ferramenta: aplicativos para reuniões virtuais. Mesmo aqueles que eram mais resistentes, pela falta de familiaridade com as novas tecnologias, passaram a gostar das reuniões on-line, uma forma encontrada para amenizar a falta de contato presencial que a quarentena tem causado. Segundo o governador Edio Martello, “manter as reuniões já foi uma grande sacada dos clubes em focarem na solução, fazendo um favor para a comunidade e para si mesmos, reunindo-se, ainda que virtualmente, neste momento em que o isolamento é necessário e primordial. Manter as reuniões torna menos difícil essa quarentena e nos mantém fortes para prosseguirmos”, afirma. Para o Coordenador Assistente da Imagem Pública das Zonas 23 A e 24 A, Richard Ropelato Rizzo, os clubes fizeram o dever de casa. “Com mais ou menos dificuldades todos se adaptaram a nova realidade e fizeram bom uso da tecnologia. O distrito não foi diferente. Pela primeira vez fizemos o GATS e PETS on-line. O Rotary International se reinventou, quando pela primeira vez fez a reunião do board foi de forma online. O futuro com certeza será diferente. Novas oportunidades surgirão. Os clubes perceberam que é possível adotar as tecnologias para continuar o trabalho que fazemos. Lembrando que adotamos ferramentas digitais desde o ano rotário 2018-19, quando o Carlos Naves foi governador”, pontua. “Quando compramos a ferramenta, pensamos nela para uma necessidade extra, para ter um contato mais instantâneo com os presidentes, presidentes de comissões, GAs, não pensando como um substituto dos principais treinamentos presenciais, porque nada substitui esse contato. Fomos o primeiro Distrito a utilizar essa ferramenta, então temos já esse expertise, mas jamais imaginei que passaríamos por um momento de reclusão, como esse causado pela pandemia. Hoje é a ferramenta que encontramos para unir o Distrito à distância, mantendo as reuniões e até realizando o PETS e GATS de forma virtual, porque os trabalhos precisam continuar”, fala o governador 2018-19 Carlos Naves. Rotary e a Pandemia – De acordo com o Diretor do Rotary International, Mário César Martins de Camargo, além das orientações para que os rotarianos continuem as reuniões on-line, as propostas a serem analisadas pela sede da organização nos EUA já foram enviadas, a fim de manter os clubes rentáveis. Serão avaliados a possibilidade de congelamento do dólar rotário, um estudo para o valor da taxa percapta, usar os fundos de subsídios, entre outros. “Alguma coisa com certeza vai sair, e já está saindo, como por exemplo o fundo para desastres naturais, pois a Covid-19 pode ser considerada uma catástrofe. Crise é o nosso sobrenome e o Rotary se renova e se fortalece nas adversidades”, garante Mário César. Larissa Nakao Comunicação Corporativa 

Como apoiar os estudantes do Intercâmbio de Jovens durante a pandemia de covid-19

Pelos funcionários do departamento de Intercâmbio de Jovens e de Proteção a Jovens do Rotary International Enquanto o mundo enfrenta desafios extraordinários em meio à pandemia do coronavírus, os participantes do Intercâmbio de Jovens do Rotary também estão enfrentando desafios inusitados. O Rotary International está trabalhando com líderes de clubes e distritos para assegurar que a saúde e a segurança dos estudantes continuem sendo a maior prioridade, quer eles permaneçam no país anfitrião ou retornem para casa. Prezar pela segurança dos estudantes inclui oferecer apoio emocional àqueles que estão passando por uma experiência bem diferente do que esperavam. Para ajudar as pessoas envolvidas no programa, pedimos para dois líderes do Intercâmbio de Jovens compartilhar as melhores maneiras de apoiar os intercambistas durante esses tempos inusitados. Tom Overbaugh, ex-governador do Distrito 7170, conta que, ao optar por mandar os estudantes de volta para casa antecipadamente, o distrito chegou à conclusão de que também precisava oferecer apoio emocional, pois alguns jovens estavam com medo da viagem ou da quarentena. Ele compartilhou os conselhos que recebeu da dirigente de Intercâmbio de Jovens do seu distrito, Michele Hughes: Siga os conselhos do governo local e autoridades da saúde. Muitos alunos que voltarem para casa terão que ficar de quarentena (possivelmente isolados até de suas famílias) por um período de 14 dias. Este pode ser o maior desafio, já que, depois de um longo período de separação, os familiares querem ficar fisicamente próximos uns dos outros, e não socialmente distantes. No entanto, é importante reconhecer o potencial de exposição ao vírus, e seguir os conselhos do governo local e especialistas em saúde. Rematricule o estudante em sua escola local. Os pais dos intercambistas que voltarem para casa antecipadamente devem entrar em contato com seu distrito escolar para perguntar sobre a possibilidade de matriculá-los em cursos semestrais. A participação nas aulas dá aos jovens algo importante em que se concentrar, em vez de se preocupar com o retorno antecipado do intercâmbio. Fale com o estudante sobre sua experiência de intercâmbio. Depois que voltarem para casa, os intercambistas devem participar de uma sessão em grupo organizada pela Comissão Distrital de Intercâmbio de Jovens. Além de dar aos jovens a oportunidade de ouvir e compartilhar experiências e apoiar uns aos outros, a reunião fornece à comissão informações valiosas sobre como eles se sentem. Determine o tipo de apoio que os estudantes precisam. Nem todos os estudantes precisam do mesmo tipo de apoio emocional. Alguns se sentem mais à vontade falando com conselheiros escolares, enquanto que outros gostam de responder perguntas sobre sua experiência no intercâmbio. Pat Carson, coordenadora de estudantes outbound do Distrito 5080, compartilhou os seguintes conselhos: Preze pela saúde mental – A Comissão de Intercâmbio de Jovens do nosso distrito tem um conselheiro de saúde mental que contata cada estudante que volta para casa mais cedo para oferecer apoio. Esta assistência é muito importante, especialmente durante a atual crise de covid-19. Contate os estudantes após o intercâmbio – Contatamos todos os estudantes que retornaram para casa antecipadamente por meio de videoconferência para que possam compartilhar o que estão vivenciando e apoiar uns aos outros. Adapte-se à nova situação – É importante oferecer apoio às famílias anfitriãs e estudantes que ainda estão sendo hospedados em nosso distrito. Como os intercambistas não podem mais participar de reuniões presenciais, nós usamos as videoconferências para nos comunicarmos com eles. Embora este não seja o intercâmbio para o qual eles se inscreveram, após falar com as famílias e considerar todas as informações fornecidas pelo governo e autoridades da saúde, os pais de alguns dos nossos estudantes inbound decidiram deixar seus filhos continuar o intercâmbio e permanecer onde estão. Apoie as famílias anfitriãs – Diante da atual situação, é mais importante do que nunca apoiar as famílias anfitriãs. Como exemplo, eu estou hospedando um estudante que se mudou para nossa casa uma semana antes do distanciamento social ser colocado em prática. Como no momento não há atividades escolares ou sociais, estamos encontrando novas maneiras de nos manter engajados, seja praticando o idioma ou falando com amigos e familiares on-line. Muitas outras famílias anfitriãs podem estar vivenciando circunstâncias similares, portanto, não deixe de contatá-las regularmente.

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